ANTIPSIQUIATRIA

Submetidos a uma tecnologia exagerada e a um cientificismo dogmático, chamados erroneamente de progresso, somos em verdade bonecos ricamente vestidos de um circo de marionetes. Como seres que sentem e pensam com independência e inteligência, simplesmente não existimos. Somos robôs de fortíssimos mecanismos de controle social. Com o surgimento da contracultura muitos desses aspectos repressivos de controle da sociedade organizada vieram à tona.
A ciência, outrora apresentada como de indiscutível benefício ao ser humano, tem sido contestada nos seus mais diversos aspectos, e já não são poucos os que a vêem como uma arma de afirmação do establishment. Dogmas científicos, deduções esdrúxulas, induções calamitosas, agir desastrado e status quo são hoje mesma coisa.
Surgida junto com a contracultura, a antipsiquiatria ataca a psiquiatria oficial, tendo-a como filha do cientificismo e cerebralismo moderno. Dentre esses antipsiquiatras, destacaram-se David Laing, David Cooper, Franco Besaglia e Morton Schatzman. Eles foram aríetes contra os rótulos estigmatizantes, contra a cronificação dos enfermos mentais e sua despersonificação, contra o rechaço ao contato real e afetivo com o paciente.
"Homem, homem, antes de mais nada, conhece-te a ti mesmo!"... "Médico, médico, primeiro cura teus próprios males e achaques e depois vem e cura os meus!".
A loucura é vista por Laing e Cooper como provocada por fatores sociais externos ou por fatores familiares (como alegam Freud, Reich, Jung e respectivas correntes psicanalíticas), não como sendo provocado por fatores internos ou bioquímicos-fisiológicos-cerebrais (visão da Psiquiatria Organicista Oficial).
Os antipsiquiatras consideram a loucura como a perda de uma condição até certo ponto inerente ao ser humano. Ou seja, a possibilidade de manifestar harmoniosamente o próprio pensamento e conseqüente execução do ato propositado. Quando os pensamentos estruturantes e os pensamentos discursivos se agigantam, instala-se a confusão mental que bloqueia a manifestação natural da mente, da qual surge a harmonia e a liberdade Interior.
Se nos dermos conta de que a nossa sociedade interesseira, calculista e nada espontânea, está em adiantado estado de putrefação, não parecerão tão estranhas e heréticas todas essas colocações, ainda mais quando elas podem se converter em diagnóstico correto e em terapia adequada.
DOWNLOAD: KOKOLO AFROBEAT ORCHESTRA - MORE CONSIDERATION - 2004 - 192Kbps
http://sharebee.com/48a15bb2
A ciência, outrora apresentada como de indiscutível benefício ao ser humano, tem sido contestada nos seus mais diversos aspectos, e já não são poucos os que a vêem como uma arma de afirmação do establishment. Dogmas científicos, deduções esdrúxulas, induções calamitosas, agir desastrado e status quo são hoje mesma coisa.
Surgida junto com a contracultura, a antipsiquiatria ataca a psiquiatria oficial, tendo-a como filha do cientificismo e cerebralismo moderno. Dentre esses antipsiquiatras, destacaram-se David Laing, David Cooper, Franco Besaglia e Morton Schatzman. Eles foram aríetes contra os rótulos estigmatizantes, contra a cronificação dos enfermos mentais e sua despersonificação, contra o rechaço ao contato real e afetivo com o paciente.
"Homem, homem, antes de mais nada, conhece-te a ti mesmo!"... "Médico, médico, primeiro cura teus próprios males e achaques e depois vem e cura os meus!".
A loucura é vista por Laing e Cooper como provocada por fatores sociais externos ou por fatores familiares (como alegam Freud, Reich, Jung e respectivas correntes psicanalíticas), não como sendo provocado por fatores internos ou bioquímicos-fisiológicos-cerebrais (visão da Psiquiatria Organicista Oficial).
Os antipsiquiatras consideram a loucura como a perda de uma condição até certo ponto inerente ao ser humano. Ou seja, a possibilidade de manifestar harmoniosamente o próprio pensamento e conseqüente execução do ato propositado. Quando os pensamentos estruturantes e os pensamentos discursivos se agigantam, instala-se a confusão mental que bloqueia a manifestação natural da mente, da qual surge a harmonia e a liberdade Interior.
Se nos dermos conta de que a nossa sociedade interesseira, calculista e nada espontânea, está em adiantado estado de putrefação, não parecerão tão estranhas e heréticas todas essas colocações, ainda mais quando elas podem se converter em diagnóstico correto e em terapia adequada.
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